Mother

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“Mother” (マザー) foi transmitido pela NTV em 2010 e conta com 11 episódios nível HARD de emoção. A narrativa gira em torno de Suzuhara Nao (Matsuyuki Yasuko), uma pesquisadora universitária que dedica sua vida ao estudo das aves migratórias. Pesquisa vai pesquisa vem, o laboratório da trintona acaba sendo fechado e ela é obrigada a substituir uma professora primária que está ausente por motivos de saúde. A questão é: Nao é extremamente introvertida e não sabe lidar muito bem com crianças. Na verdade, as relações dela costumam ser bem secas e distantes, inclusive com os membros da própria família. No entanto, uma de suas alunas, Michiki Reina (Ashida Mana), acaba chamando atenção por seu comportamento atípico e um tanto adulto para seus sete anos de idade. Os encontros e desencontros entre elas aumentam e, a partir deles, Nao começa a suspeitar que a garota sofre violência doméstica e maus-tratos. Quando a encontra abandonada em um saco plástico no meio de uma noite fria, decide que será uma mãe de verdade para ela e a sequestra.

Instigante, né? E, detalhe, tudo isso acontece no primeiro episódio do dorama. Então, recomendo que separe uns lencinhos e prepara-se para se emocionar como nunca.

  • Por que assistir?

Ashida Mana por si só é um bom motivo pra assistir Mother. Além de linda e absurdamente talentosa, a atriz mirim transpõe sentimentos profundos com suas expressões e diálogos. Acredito que grande parte do sucesso do dorama é consequência de sua dedicação ao personagem. O sofrimento de Reina enriquece ainda mais a atuação e transparência das emoções. Outro ponto importante é o ensinamento que tudo isso traz a quem assiste. Até metade da história, ela apenas finge que está bem e que consegue lidar com a ausência da mãe verdadeira. Depois é perceptível que existe uma certa obscuridade em seu coração, que vai clareando à medida que a própria personagem amadurece. Esse processo é belíssimo e vale a pena ser visto.

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☆ Matsuyuki Yasuko também está fantástica. Apesar de parecer apática no início, os episódios vão abrindo caminho para ela mostrar todos os seus limites de atuação. Por se tratar de um dorama adulto que envolve família e relação mãe & filha, a própria atriz deve ter se emocionado muito durante as gravações. No decorrer da história, a personagem vai mudando seu comportamento e forma de ver a vida. O medo não é de ser presa, mas sim de ficar longe de sua filha. E Yasuko convence do início ao fim, principalmente nos momentos finais e decisivos.

☆ Mother foi o primeiro trabalho da Ono Machiko que tive o prazer de assistir. Aqui, ela interpreta Michiki Hitomi, a mãe desnaturada de Reina. Aliás, desnaturada é pouco. As atitudes dela chegam a ser desumanas e maldosas ao extremo. Claro que existe uma razão por trás de tudo isso. Depois que perdeu o marido, sua vida se desestruturou completamente e o carinho que sentia pela filha foi enterrado com o falecido. A criança deixou de ser a prioridade de sua vida, tornando-se apenas um estorvo e “uma boca para alimentar”. É ela surgir na cena pra eu ficar revoltada, hahaha. Mas é justamente por isso que eu considero a personagem incrível. E a Machiko conseguiu transmitir toda a essência dessa mãe que teve um passado difícil, que a transformou numa pessoa fria, calculista e egoísta.

☆ A trilha sonora é daquelas arrepiantes, que combinam perfeitamente com as cenas e com o tom emocional dos conflitos que ocorrem em cada episódio. Claro que a música tema recebe um destaque maior, e não é para menos. Parece que a melodia e letra foram feitas especialmente para o dorama. Não conhecia a cantora Hinaco até assistir Mother, portanto, foi uma grande surpresa ouvir essa voz linda. Upei a música no mediafire e o PV de Nakigao Smile (泣き顔スマイル) no Vimeo.

A temática do dorama é um tapa na cara da sociedade, tanto pelo lado da mãe biológica, que teve que se virar sozinha para educar a filha, como pelo da mãe “adotiva”, que deixou seu mundo virar do avesso para dar uma vida e futuro melhores para Reina. Além disso, o namorado de Hitomi, Uragami Masato (Ayano Gou), entra na classe dos homens desempregados, folgados e dependentes de suas mulheres, que só querem ser servidos e não levantam da cadeira para fazer nada. Pior, tem a coragem de deixar uma criança de sete anos sem comer durante vários dias e ainda abusa da menina, deixando-a em situações de extrema vergonha e constrangimento. Não fica claro se ela sofre abuso sexual. Há cenas em que ele pede para ela colocar vestidos infantis e, em seguida, a maquia para parecer adulta. Fico indignada só de pensar na possibilidade, porque sabemos que isso também acontece por aí. Há tantas crianças sofrendo esse tipo de humilhação, traumatizando-as para o resto de suas vidas.

☆ A relação de Suzuhara Touko (Takahata Atsuko), mãe adotiva de Nao, também não é nada fácil. Como Touko tem duas filhas biológicas (que não sabem nada a respeito da adoção), Nao sempre achou que estava invadindo um território familiar, como se fosse uma intrusa do lar alheio. A irmã mais nova, Suzuhara Kaho (Kurashina Kana), tem muito carinho por ela, mas a do meio, Suzuhara Mei (Sakai Wakana), a detesta. Mei sente ciúmes de Nao por achar que a mãe gosta mais dela, o que a levou a destratar a irmã de todas as formas possíveis. Todos esses conflitos contribuem para o afastamento da família, precisamente de Nao, que inclusive mora em outra cidade para ficar longe disso tudo. É interessante analisar esse tipo de relacionamento, porque é algo que podemos encontrar na vida real. Não é raro ouvir histórias de filhos adotivos que se sentem mal por “invadir” um lar que, na concepção deles, não deveria absorvê-los. Mother cria um ambiente que abre espaço para novas perspectivas sobre o assunto, inclusive por incluir a mãe biológica de Nao, Mochizuki Hana (Tanaka Yuuko), na história e torná-la essencial para o desenvolvimento pessoal da personagem e impulsionar a narrativa a outro patamar.

☆ O final é digno e não irá decepcionar. Já aviso que o drama está presente até o último minuto do dorama, logo, espere grandes emoções. Happy Ending? Depende do ponto de vista. A narrativa seguiu um caminho corajoso, que raramente é explorado pelos roteiristas. Inclusive, vale salientar que o roteiro é de Sakamoto Yuuji, o mesmo de “Soredemo, Ikite Yuku” e “Saikou no Rikon”, ambos excelentes.

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☆ Muitas pessoas se dedicam a pequenos prazeres a fim de esquecer a dor. Mesmo sendo uma criança, Reina tem essa consciência e, inclusive, já escolheu os seus. Na história, ela adora cream soda (refrigerante misturado com sorvete), girar na cadeira de rodinha, ladeiras sinuosas, ecos no banheiro, fazer contato visual com gatos, ver Suzu (seu hamster) comendo semente de girassol, som ao caminhar na neve, nuvens no céu noturno, som do guarda-chuva quando abre, giz de cera branco, piso encerado no dia, escada de chaminé, mudança de roupas com as estações, laranjas flutuando na geleia, cheiro da rua depois que chove, assento traseiro de bicicleta, cotonetes, cortador de unhas, rabo-de-cavalo duplo, cafuné, ser abraçada, a mãe em um comercial de sabonete… a cena que vem depois desse relato é chocante. Sei que existem mães tão horríveis quanto ela, mas é duro pensar que há crianças que sofrem esse tipo de maus-tratos. É doloroso, mas vale a pena assistir “Mother” pra conhecer essa realidade tenebrosa.

☆ Os episódios com softsub em português estão na seção de downloads do blog. Também encontrei a OST (320kbps) completa, que por sinal é linda!

Caso tenha alguma solicitação de dorama, deixe um comentário. Tentarei upar o máximo que puder.

 

  • Por que não assistir?

☆ Ver criança chorando e sofrendo não é algo agradável. O dorama inteiro tem uma carga emocional pesadíssima e não é nada legal assisti-lo quando já estiver chateado com alguma coisa, porque tudo vai piorar ainda mais. Se não estiver a fim de se envolver profundamente, coloque-o na lista e veja algo mais leve. Do contrário, não conseguirá tirar proveito da magnitude da história e das personagens.

☆ O jornalista Fujiyoshi Shunsuke (Yamamoto Kouji) é irritante desde a primeira aparição. Isso porque ele assiste toda a tragédia que rodeia a vida de Nao e Reina e fica apenas observando, com o objetivo de se mexer apenas quando a situação estiver a favor de si mesmo. Ele é extremamente egoísta e aproveita-se da situação para escrever os detalhes do sequestro. No início do dorama, Shunsuke limita-se a chantagear Nao, mas depois começa a se envolver demais e a jogar dos dois lados. Só gostei de uma coisa: depois de tudo, ele sai de cima do muro e faz sua decisão. Claro, não contarei para não estragar a surpresa.

☆ Você pode acabar odiando a Ono Machiko, o que é um erro, hahaha. Ao contrário da personagem em “Saikou no Rikon”, que é extremamente divertida e digna, em “Mother” ela é quase uma bruxa sem coração. Tudo bem que esse ar de vilão atrai muita gente, inclusive eu, mas Hitomi é odiável nível supremo. Não dá pra gostar da personagem, mesmo depois de conhecer toda sua tristeza.

  • Você também pode gostar de…

☆ “Saikou no Rikon” (dorama que já foi analisado aqui no blog), que apesar de não seguir a temática materna, tem como base os relacionamentos entre as pessoas e as consequências dos atos de cada personagem, principalmente os centrais. As escolhas deles interferem bruscamente na narrativa, o que provoca uma certa expectativa sobre os passos seguintes. Não é todo dorama que tem a capacidade de brotar ansiedade em quem assiste, mas Saikou consegue desde o primeiro episódio. Como disse anteriormente, o roteiro também é de Sakamoto Yuuji, o que significa emoção na mais pura definição.

  • A dorama recomenda ou não?

☆ Recomendo, mas não para todo mundo ou para qualquer momento. É o tipo de dorama que pode ser marcante da forma mais angustiante possível. Você sempre se lembrará dele como “aquele que chorei litros e que não quero rever tão cedo”. A carga emocional é um dos motivos que leva a maioria das pessoas que já assistiu a não colocá-lo na lista de preferidos. Afinal, quem quer passar o dia seguinte inteiro com dor de cabeça de tanto que chorou no dia anterior? Mesmo que seja resistente, certamente vai se abalar com as cenas mais fortes, não tem jeito. É tipo “Um Litro de Lágrimas”. Cada episódio uma chinelada na cara, daquelas que deixam marca, sabe? E você vai começar a se remoer pra entender as atitudes das personagens. Enquanto assistia, perguntava pra mim mesma: “como essa fulana teve coragem de fazer tal coisa?”“maldita”, hahaha. Coisa do tipo. Não há como ficar aquém ao que acontece. E isso é maravilhoso, porque atinge e surte efeito até no coração de quem toca o foda-se para o mundo.

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29 comentários sobre “Mother

  1. Jacque, eu tentei assistir, mas tive que parar no terceiro capitulo porque eu nao parava de chorar. Se não estiver preparado o suficiente para encarar um dorama no sentido literal, melhor deixar pra assistir depois.
    Por mim, foi um dos melhores trabalhos da Ashida Mana (muito embora eu tambem gostei de “Marumo no Okite”). Matsuyuki, Ayano e Ono tambem trabalham bem. Apesar do personagem de Yamamoto seja um chato, eu gosto dele como ator (eu sempre vou lembrar dele em “Hitotsu Yane no Shita”).
    Como voce disse, é um tapa na cara da sociedade, mas nesse caso, seria uma tijolada.
    Mas eu recomendo também esse dorama, que mostra o lado podre da sociedade que muita gente pensa que aqui seria lindo e maravilhoso.

    Beijao!

  2. Acho que foi o primeiro trabalho do Yamamoto que vi. Vou dar uma olhada nesse “Hitotsu Yane no Shita”. Obrigada pela fofura e recomendações, amiga ❤

  3. Hitotsu Yane no Shita tem duas temporadas. O problema é que a primeira temporada é de 1993 e se encontrar no d-addicts pode demorar pra carregar, mas prepare-se que o tema é triste. Ambas as temporadas têm os mesmos atores.
    Eu assisti quando a Fuji TV reprisou, mas faz muito muito muito tempo (reprisam quando vai sair dorama com o Eguchi Yosuke, que foi o protagonista), pode ter muita coisa que eu nao lembro mesmo.
    Bem que a Pony Canyon (que pertence a Fuji TV) poderia lançar em DVD essas duas temporadas, mas acho que vai ser dificil.

  4. Oiee!
    Vou te acompanhar por aqui também, porque, afinal, doramas é a minha paixão né?

    E já começo agradecendo! Eu estava MUITO a fim de ver esse dorama, mas nunca encontrei legendas sequer em espanhol (inglês é minha última alternativa hahaha) e você upou em português, arigatou ne!!

    Bom, eu adoro drama, mas tenho que admitir que ultimamente estou vendo poucos, acho que estou pegando resistência pra chorar e vendo temas mais lights. Eu tenho em stand by o “Kamisama mou sukoshi dake”, conhece? Pq sei que vou chorar horrores. Mas eu adoro também assuntos polêmicos e Mother reune as duas coisas.

    Adorei sua resenha, super elaborada, organizada em tópicos, recheada de informações sem grandes spoilers e tudo mais.

    o/

  5. Olha, não vou poder assistir. Sou super fraca pra doramas profundos e facilmente depressiva. Acredito que se assistir ficarei em choque com angústia mas não vou querer largar pois adoro uma boa história envolvente. Bom, já fiquei super mexida com Last Friends, que nem é tão doloroso e sofrido. Mas olha, tô encantada com a sua resenha / crítica completíssima!!! Amei ❤

  6. Kitty, sua linda!! Fiquei tão feliz por você ter passado aqui, lido o post de Mother e curtido! Sério mesmo! Vou terminar de upar o doraminha e depois quero ver seu report sobre ele, tá? Um beijo! P.S: por favor, indique os seus preferidos pra eu ver e depois fazer resenha! :3

  7. Loma, querida! Realmente, Mother é bem forte e as lágrimas vão correr mesmo que não queiramos, hahaha! Mas recomendo, viu? É bem lindo e emocionante! :3

  8. Pra Kitty (se intrometendo *apanha*) ~ “Kamisama mou sukoshi dake” foi o primeiro dorama que assisti logo que cheguei aqui, exatamente 15 anos. Só que como o dorama deve ter começado em abril, eu peguei bem no finalzinho. E eu tinha gostado e fui procurar pra locar, não tinha encontrado.
    Agora que encontrei, estou procrastinando…
    Mas é um dos doramas que recomendo também, embora o tema seja polêmico, na epoca fez muita gente fazer exame de sangue para saber se tem o HIV.

    Beijao!

  9. Oi Kiyomi!

    Que legal que o dorama incentivou as pessoas a fazer o exame!! Não sabia disso! Mas eu acho isso uma coisa muito legal nas histórias das produções japonesas, abordar assuntos polêmicos, seja em anime, dorama, filmes o que for.

    Ele está na minha lista faz tempo, vou ver se tomo coragem para finalmente assistir. Além do mais, tem a Nakama Yukie e o lindo Kaneshiro Takeshi (Eu só vi filmes chineses com ele, deve ser interessante vê-lo num dorama!)

    Beijos
    o/

  10. Meninas, ainda não vi “Kamisama mou sukoshi dake”, mas já tenho ele no meu HD há anos e está na lista de prioridade, hahaha!

    Temas polêmicos muito me interessam! Sempre que ver algum e quiser indicar, pfv ❤

  11. Pode deixar, quando eu assistir, comentarei com você ^.~

    Bem, eu tenho uma lista meio grande favoritos, mas se for pra dizer o mais épico de todos: “Sora kara furu ichioku no hoshi”, do Kimura (Tinha que ser dele! hauauhhua). É um dorama que reune polêmica, drama, ótima trilha sonora, tensão… O começo é meio lentinho, admito, mas o final é sensacional! É um romance policial, a história gira em torno do Detetive Doujima que está investigando um assassinato. Paralelo a isso, a jovem por quem o detetive é apaixonado começa a se envolver com Katase Ryo (Kimura) ao mesmo tempo, a irmã do detetive e mais uma terceira moça também se envolvem com Ryo (Sim, é um dos personagens mais filho da puta do Kimura hahaha). Então o dorama é nesse ritmo, mistério recheado de romances. Eu não sei dizer muito mais sem spoilers.

    Outro que eu acho muito bom também é “Karei Naru Ichizoku”, de novo do Kimura hahaha Também é dramático, mas menos polêmico. Kimura é filho de uma grande família tradicional e dona de um dos grandes bancos do Japão no pós-guerra. Mas o Kimura tem o projeto audacioso de construir uma fábrica e acaba tendo como seu inimigo o próprio pai, que é frio e parece odiar o Kimura por alguma razão.

    E outro dorama que eu recomendo é Byakuyakou . Também polêmico, com a linda Ayase Haruka e o sempre excelente Yamada Takayuki (um dos meus atores preferidos pra sempre!). Eles são uma dupla de criminosos com um passado bastante sombrio. É meio pesado e para quem se acostumou com a Ayase como a Ahomiya de Hotaru no Hikari é surpreendente!

    Eu ia indicar só esses três, mas acho que ficou pesado demais e finalizo com Yasuko to Kenji. É com o Matsuoko Masahiro, Okura e a Tabe Mikako. E o melhor personagem da Hirosue Ryoko (eu não gosto dela!), eu tenho que admitir hahaha. É sobre um ex-integrante de gangue de motos que quer se tornou um mangaka e superprotege a irmã caçula, mas sempre tem várias ocasiões que ele acaba agindo como gângster ainda.

    Gomen a mensagem gigantesca!
    o/

  12. Uau, quantas dicas. Desses que você citou, só ouvi falar do Byakuyakou. Também gosto muito da Ayase. Adicionei todos na minha listinha, Kitty! Obrigada mesmo por explicar como é a história de cada um deles. Você nem ama o Kimutaku, né? HAHAHAHAHA só amor aqui ❤ ❤

  13. adoro esse dorama, acho que a ashida mana interpretou bem e esse foi o papel mais dificil que ela fez até hoje, as cenas que ela fez foram muito dificeis pruma criança

    uma coisa que se destaca é como esse dorama no geral trata de relações maternas e entre mulheres, quase não aparecem homens, e quando aparecem não tem muita importancia

    o final foi super emocionante e um tapa na cara, imaginava que seguiria um caminho feliz, mas fazer o que Japão adora finais tristes

  14. Ashida Mana está fantástica no papel. Emociona em todas as cenas.

    Também gostei dessa atenção que deram às mulheres e mães, fora a violência doméstica contra crianças, que deve sim ser exposta para abrir os olhos de quem assiste.

    Achei o final coerente, apesar de ter torcido para que ficassem juntas.

    Continue acompanhando o blog e obrigada pela visita 😀

  15. Esse dorama é realmente bom.
    Mas vc esqueceu-se de maior atenção a personagem e a atriz Mochizuki Hana (Tanaka Yuuko), que é quem de fato emociona mais nesse dorama e tem uma interpretação fenomenal!

  16. Eu estou assistindo esse dorama por a indicação desse post mesmo e estou adorando. É muita emoção a cada episódio, as interpretações são ótimas e a história é incrível! Não tinha visto nenhum trabalho com a Ashida Mana antes e estou surpresa com o talento que ela tem com essa idade, uma personagem tão forte e ela conseguiu fazer perfeitamente ela.
    Só estou com dúvida em uma coisa: *spoiler* a mãe biológica da Nao foi presa quando abandonou a Nao, mas não entendi ao certo o porquê de ela ter sido presa, não entendi se tinha a ver com drogas ou outra coisa. Alguém pode me explicar? xD *spoiler*
    Estou no 8º episódio e não sei como ainda não morri de desidratação, que dorama lindo, chorei muito em “1 Litro de Lágrimas” mas com certeza já chorei muito mais estando na metade de “Mother”.
    Ótimo post!

  17. Olá, eu gosto muito das resenhas e analises que vocês fazem, muito obrigada pelos ótimos textos que vocês disponibilizam !!!! Agora uma duvida, eu queria baixar Mother, tipo, com as legendas já ”colocadas”, mas eu não entendi como eu faço para baixar… alguém poderia me explicar, por favor ?

  18. Oi, Bianca. Upei todos os episódios aqui no blog. Do 01 ao 05 já está legendado em português. Do 06 ao 11 está legendado em inglês, mas você pode baixar o arquivo com todas as legendas avulsas no mesmo link (https://umlitrodedorama.wordpress.com/downloads/mother/). Lembrando que hardsubbed significa que o vídeo já vem com legenda embutida. Logo, quando você baixar as legendas do 06 ao 11, ficarão em cima da legenda em inglês. Espero que tenha ajudado! 😉

  19. Jac, eu baixei mas as legendas estão estranhas…qnd inicio os acentos modificam as palavras…pode me dar uma ajudinha 🙂

  20. Oi, Tsuwa, tudo bem? Desculpe a demora pra responder. Então, a mãe da Nao foi presa, aparentemente, porque matou o marido, que devia bater nela e na filha. Não fica claro, mas é o motivo mais provável. Ela diz “você deve saber o motivo” pra Nao, porque a própria Reina sofre maus-tratos dos pais. Espero ter ajudado 😀

  21. Oieee!

    Quase dois anos depois e eu assisti o dorama hahaha
    Realmente Mother é uma produção belíssima, com cenas emocionantes, textos lindos e boa fotografia. Assisti quase tudo em um fim de semana só, gosto assim, daquelas histórias que te fazem clicar no episódio seguinte com ansiedade.

    Não gosto muito da atriz protagonista, a voz dela me irrita um pouco, sempre frágil e sussurrante. Tá certo que pra essa personagem, a voz até combinou, mas em Take Five é igualzinho, então eu acho que é mais dela mesmo do que interpretação hehehe. Por isso, acho que a Ashida Mana acabou roubando a cena mesmo.

    Vou confessar que antes de ver esse dorama, eu torcia o nariz pra Ashida hhahahha Sei lá, não gosto muito de artistas mirins com tanto talento pq eles me dão medo! hahaha Não parecem crianças. Mas admito, a garota é super talentosa, meu Deus. Como consegue fazer tão bem com aquele tamanho?

    História bem polêmica mesmo, daquelas que te fazem refletir sobre o certo e o errado, inclusive com relação às leis, e a questão da estrutura familiar. O que realmente é uma família? Laços sanguíneos ou o seu relacionamento com eles?

    Claro que eu chorei bastante hehehe E fazia tempo que eu não me envolvia assim em um dorama.

    Com relação à Machiko, também paguei minha língua. Não gostava muito dela fazendo cenas de choro, mas acho que porque eu vi ela fazendo mais comédia – apesar de que o primeiro trabalho dela que eu vi foi Soshite Chichi ni Naru, que é drama também, mas não chega a ser pesado – mas mudei de ideia depois dessa personagem.

    Eu assisti Saikou no Rikon primeiro e por isso meu choque foi com o Ayano Go, mesmo sendo um personagem menor. Pera, como aquele sonsinho perdido na vida conseguiu ser tão revoltante só pela forma como ele olhava para a criança ‘-‘? Entrei em conflito porque estou apaixonadinha por ele e tive que detestá-lo hahahhaa

    Ahhh que saudades de falar de dorama com você. Vou tentar passar aqui mais vezes!

    Beijos o/

  22. Kitty, minha amiga, tão bom ler seu comentário. Sua opinião é sempre coerente e interessante de ler. Mother é um dos melhores doramas que já vi, principalmente por abordar um tema relevante pra vida real. Além disso, acaba nos cativando pela imersão no tema que ele promove. As atuações são ótimas. E concordo contigo. Essa protagonista é bem esquisita, mas, de fato, combina com a personagem, que também é estranha, hahaha. Ashida Mana me conquistou nesse dorama. Não tem como não chorar com ela e se envolver com a história. Machiko e Go são maléficos, né? Mas eu gosto das personagens justamente por terem me deixado assim, com raivinha deles.

    Preciso escrever com mais regularidade >.<
    E, Kitty, que saudades de você. Queria visitá-la, mas OH PAÍS LONGE DA MOLÉSTIA, HUAUhuahuauhahu.
    Mas eu vou. Isso é certeza!!! E vamos aproveitar bastante os dias que eu ficar por aí (não todos os dias, porque você trabalha, né, ahahha)

    Super beijos!!

A dorama quer saber o que você achou ♥

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