Freeter, Ie wo Kau

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“Freeter, Ie wo Kau” (フリーター、家を買う) foi exibido pela Fuji TV no final de 2010. Conta com 10 episódios que amarram os avanços e decaídas do protagonista, que é o centro de basicamente todos os conflitos, com exceção de um ou outro. É baseado na novel de Arikawa Hiro, que pode ser adquirido no YesAsia por US$10,50 (não tenho, mas pretendo comprá-la em breve). Como foi um dos primeiros doramas que assisti totalmente em inglês, já aviso que não tenho as legendas em português para compartilhar. Já pensei em traduzi-lo, mas ando sem tempo para me dedicar a isso. É um projeto que posso começar se houver gente interessada. Também possui um dorama SP (tanpatsu) que foi exibido no final do ano seguinte, 2011, com o mesmo elenco principal e dando continuidade aos acontecimentos do último episódio do renzoku.

Bem, vamos ao plot. A história gira em torno de Take Seiji (Ninomiya Kazunari) que já está com 25 anos nas costas e sem planos para o futuro. Sabe-se que no Japão os homens são muito cobrados nesse sentido, principalmente quando ainda moram com os pais. Logo, Take Seiichi (Takenaka Naoto), seu pai, não perde uma oportunidade de infernizar sua vida, bombardeando-o com seu mau humor pela manhã, tarde e, óbvio, à noite, quando chega cansado do trabalho e faz questão de afirmar que é só ele que põe a comida na mesa e blá-blá-blá. A questão é: Seiji se demitiu de seu último emprego porque achava que era uma perda de tempo trabalhar ao lado de pessoas que precisam puxar o saco do chefe pra subir de cargo. Indo contra isso e pela falta de afinidade com a função exercida, não encontrou outra solução a não ser pedir as contas. Lógico que o pai odiou a decisão e passou a ofendê-lo sempre que o via. Sem perspectivas, sonhos, economias e com um relacionamento familiar abalado e distante, Seiji passou a se isolar de todos, tornando-um um hikikomori (引き篭り). Depois de fracassar consecutivamente na procura de um novo emprego e com a iminente depressão de Take Sumiko (Asano Atsuko), sua mãe, ele acaba aceitando um trabalho de meio período em um canteiro de obras. Apesar de inicialmente desprezar o local e as pessoas que ali trabalham, dia após dia ele começa a construir uma relação de amizade com os funcionários, especialmente com Chiba Manami (Karina). Com isso, somado ao desejo de sua mãe, que sofre bullying da vizinha maluca, um objetivo de vida brota em suas veias: “mesmo que eu seja um freelancer, vou comprar uma casa pelo bem da minha família”. Deu pra perceber que o dorama é sério, né? Pois é. Os temas tratados são bem interessantes e espero que agrade a todos!

  • Por que assistir?

☆ Como já disse, sou fã do Ninomiya Kazunari e, portanto, todos os seus doramas, SP e filmes aparecerão por aqui, sendo eles bons ou ruins. Neste caso, estou indicando um dos meus doramas preferidos que, na minha opinião, está entre os melhores por sua atuação e, claro, pela ótima adaptação de Hashibe Atsuko (roteirista). Há muitas cenas que exigem muito do ator, principalmente naquelas em que é preciso chorar ou expressar sentimentos pelo olhar. Aqui, Nino provou que sabe fazer isso e vai além, abrindo uma porta para a alma do personagem. Toda dor que ele sente ao ver tudo desmoronando ao seu redor e dentro de si pode ser sentida por quem assiste. E isso não é fácil. Apesar do ritmo lento dos episódios, a história e personagens evoluem com a narrativa, tornando-a ainda mais envolvente.

☆ A pluralidade dos temas torna o dorama ainda mais interessante. Existe sim um principal que rege a narrativa, que seria as relações humanas e seus desencadeamentos. Entretanto, os sub-temas têm grande importância para a história. Um deles é o bullying, que acontece fora do ambiente convencional escolar e desenvolve-se na vizinhança da família de Seiji, alimentado pela vizinha que interpreta o papel de viúva gentil na frente de todos e é uma mulher mal-amada pelo próprio filho pelas costas. A maldade contra Sumiko é tão constante que era só ela aparecer pra eu ficar com raiva. A mulher é um urubu mesmo. Faz questão de azucrinar a vida da mãe passivona. Sim, ela é do tipo que prefere morrer a abrir a boca e contar o que está sentindo. Claro que esse comportamento tem a ver com as características do personagem, mas o jeito como ela observa os conflitos chega a ser irritante. Quando já não suporta mais a si mesma e as provocações da vizinha maluca, acaba entrando em colapso. Nesse momento, toda a família começa a se unir para ajudá-la. Diria que enfim, afinal, a coitada sempre foi deixada de lado e ninguém dava importância ao que ela falava. Aliás, a família também tem culpa no desenvolvimento de sua depressão.

☆ Apesar dos temas pesados, há espaço para romance. Seiji começa a gostar de Manami, mesmo sabendo que ela nutre um sentimento por outro colega de trabalho. Os dois se tornam amigos e passam a se abrir mais um com o outro. Não vou dar muitos detalhes, mas a história entre eles chega até a ser bonitinha. É bem fria, como a maioria dos relacionamentos que encontramos em doramas, porém, a confiança que um sente pelo outro é digna de um casal verdadeiro. Gostei disso.

“Não importa o quão doloroso uma separação seja. Não importa o quanto você se preocupa com alguém. De um jeito ou de outro, estamos sempre desejando que a pessoa que amamos encontre a felicidade.”

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☆ Como disse no início da análise, assisti Freeter em inglês. Upei as legendas em inglês no mediafire, o dorama completo está em torrent, assim como o dorama SP. Vale lembrar que ambos estão com qualidade HD. Recentemente, o Aigoo Fansubs começou a legendá-lo em português, mas ainda está em andamento e tem até o episódio seis, aparentemente, em boa qualidade 🙂

☆ O dorama recebeu diversos prêmios, que listarei abaixo:

2011 Tokyo Drama Awards: Melhor Dorama (Grand Prix);
2011 Tokyo Drama Awards: Melhor Ator (Ninomiya Kazunari);
2011 Tokyo Drama Awards: Melhor Produtor (Hashimoto Fumi);
67th Television Drama Academy Awards: Melhor Dorama;
67th Television Drama Academy Awards: Melhor Ator (Ninomiya Kazunari);
67th Television Drama Academy Awards: Melhor Música Tema (Hatenai Sora, do Arashi);
14th Nikkan Sports Drama Grand Prix: Melhor Dorama;
14th Nikkan Sports Drama Grand Prix: Melhor Ator (Ninomiya Kazunari).

Tá vendo? Não é só pelo Ninomiya Kazunari que estou recomendando esse dorama! Inclusive, a audiência média foi de 17.1% (Kanto), considerada alta para o horário.

☆ A trilha sonora não poderia ser melhor. Tem “Hatenai Sora” (果てない空), do Arashi, como música tema, e “Kimitte” (君って), da Nishino Kana, como insert song. Upei as duas no mediafire e os PVs oficiais de ambas estão abaixo:


Arashi | Hatenai SoraMP3


Nishino Kana | KimitteMP3

☆ Os personagens secundários não deixam a desejar, muito pelo contrário. Quando Seiji está à procura de um novo trabalho, ele vai até uma agência de empregos e depara-se com um atendente cheio das sinceridades. A frequência dele é tanta que acaba fazendo amizade com o cara, encontrando-o por vezes fora do expediente. Apesar de parecer uma relação superficial, Kitayama Masahiko (Kojima Kazuya) sempre abria os olhos dele para a vida, aconselhando-o a deixar a arrogância de lado e aceitar sua realidade. Há também o conflito entre Manami e ela mesma, por se sentir culpada pelo acidente de um antigo funcionário e por um outro, que acontecerá no decorrer do dorama. São nesses momentos que Seiji a apoia e aproxima-se cada vez mais dela.

☆ Se você gosta de Johnny’s como eu, certamente tem que assistir Freeter. Além de ter o Nino como protagonista, Maruyama Ryuhei (integrante do Kanjani8) interpreta Toyokawa Teppei, colega de trabalho de Seiji que se acha um perdedor sem formação acadêmica e desmerecedor do amor de Hoshino Akari (Okamoto Rei). No último episódio, Aiba Masaki (integrante do Arashi, assim como o Nino) também faz uma pequena aparição.

  • Por que não assistir? (contém spoiler)

☆ O dorama em si não tem pontos negativos que me façam querer não indicá-lo a alguém, mas o dorama SP têm. A existência dele não é desnecessária porque desenvolve os relacionamentos dos personagens, principalmente dos casais (principal e secundários) e da família Take. Porém, posso até ser taxada de louca agora, mas eu tenho que comentar sobre isso: POR QUE DIABOS O BEIJO ENTRE SEIJI E MANAMI É TÃO SEM GRAÇA? PIOR, ELE AINDA TEVE A CORAGEM DE ABRIR OS OLHOS DURANTE O ATO. Calma, respira, hahaha. É que isso é muito frustrante pra mim, sério. Passei o dorama inteiro esperando por uma cena de entrega emocional e o que vejo é um selinho. Sim, porque aquilo não é beijo de jeito nenhum. Foi um dos piores que já vi em toda minha doramalife. Respira de novo. Agora falando sério (mas eu já estava…). A maioria dos doramas, tirando algumas poucas exceções, pecam nesse sentido. Sei que a cultura japonesa é diferente da nossa, mas, na boa, NOVELA PRECISA DE EMOÇÃO. E quando se trata de amor, que seja à flor da pele, poxa. É o mínimo. Espero que eles se toquem disso um dia e tenham noção que os produtos internos japoneses chegam em quase todos os lugares do mundo, seja por meio de pirataria ou pela compra de DVDs originais. Não sou a única dorameira que reclama dessa quase ausência de emoção. Sei que a culpa não é do ator. Na verdade, não estou procurando culpados. Só é uma revolta por algo que poderia ser, pelo menos, transformado em algo mais convincente. Afinal, quando você olha pra esses beijos não dá pra acreditar que o casal se ama. Fica aquela sensação de falsidade no ar. Quero sentimentos de verdade, mesmo que sejam em um mundo de mentirinha.

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  • Você também pode gostar de…

☆ “Kazoku Game” (家族ゲーム) também foi baseado em uma novel, mas de Honma Youhei (本間洋平). Apesar de ainda estar em andamento no Japão, já assisti até o 5º episódio e só tenho coisas boas pra falar a respeito. O dorama não tem o mesmo ritmo de Freeter. Nele, o drama é explorado de forma diferente e mais cômica. O que há em comum entre ambos é o ambiente familiar e os conflitos gerados pelos membros da família, além do bullying. O egoísmo de um torna-se o estresse do outro e ninguém se importa com ninguém. Essas atitudes podem levar a doenças psicológicas e consequências ainda mais graves, como a morte. Aliás, a morte é um dos mistérios que rodeia KazuGame. Bem, vamos ao plot. Yoshimoto Kouya (Sakurai Sho, que também é integrante do Arashi) é contratado para ser o tutor de Numata Shigeyuki (Uragami Seishuu), estudante que sofre bullying na escola e resolve não frequentar mais as aulas, preferindo ficar preso dentro do próprio quarto jogando videogame e pesquisando tudo sobre a vida de sua idol preferida. De início, a relação entre tutor & aluno é bem difícil porque Yoshimoto não pode ser considerado uma pessoa de hábitos muito normais. Depois, Shigeyuki começa a vê-lo como amigo, o que desperta a inveja de Numata Shinichi (Kamiki Ryuunosuke), seu irmão mais velho que é um tanto perturbado e cheio de problemas de personalidade. Shinichi não confia nas intenções de Yoshimoto, mas ele mesmo não passa confiança pra ninguém. O passado de Yoshimoto é um segredo até então, vamos esperar pra ver o que vai acontecer. Dica: assista. Esse dorama vale a pena!

  • A dorama recomenda ou não?

☆ Claro que sim. Dorama maravilhoso, envolvente e cheio de aprendizado. Uma das coisas que mais me tocaram em Freeter foi a história de vida do protagonista. Sabe quando a gente se identifica tanto com um personagem que parece que o autor pegou suas experiências como base para criá-lo? Pois é. Ver a relação tempestuosa dele com o pai fez com que eu lembrasse do que já vivi e dos conflitos familiares que tive de enfrentar. É possível aprender muito observando as escolhas que os outros fazem, mesmo que sejam escolhas fictícias. E não é a primeira vez que isso acontece comigo. Sempre aprendo coisas novas com que assisto, leio e escuto. Por isso que eu digo: dorama é cultura e pode ser muito útil para a vida. Basta saber selecionar aqueles que o fará enxergar pequenos detalhes de forma diferente.

Créditos: DramaWiki / MyDramaList

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14 comentários sobre “Freeter, Ie wo Kau

  1. Aquele momento em que realmente desejo assistir esse dorama! No domingo terminei (finalmente!) o 1 litro de lágrimas e confesso que realmente fiquei com algo na cabeça. Essa ideia de que todo dorama tem que ser bonitinho é mito, precisamos de problemas de verdade também na ficção certo?
    Eu amei o modo como você descreveu a história e sobre os beijos, eu já me decepciono antes de ver, porque né…
    Sobre legendar, posso dar uma ajuda se precisar. Recentemente legendei um filme e até hoje não sei em que fansub ele foi parar! Fora as traduções em tempo real que faço para o pessoal da minha casa, só pra não mudar de canal quando quero ver a CNNi ~

    Beijos ‘dorameiros’~

  2. Jacque, quando eu assisti na época, acabei por indicar para minha ex-sempai de trabalho por causa da mãe dela (que sofre de depressão), e no fim, quem assistiu foi a mãe, que adorou o dorama (e virou fã do Nino!!!)
    E foi na época que eu também estava numa fase que começou a desencadear meus problemas pessoais e profissionais. Distraia-me com os doramas que passaram.
    Quanto ao tampatsu, realmente a cena final bem… mas a paisagem é linda (ok, estou puxando a sardinha para Yokohama, onde morei muito tempo).
    Assim que Kazoku Game terminar, ja vou estar preparando a resenha (olha a puxação de sardinha pro meu ichiban)!

    Notas:

    – “Hatenai Sora” foi eleita como uma das músicas que trazem otimismo e alegria na época do Tohoku Jishin (o Grande Terremoto de Oki-Tohoku em 2011).
    – Tinha uma curiosidade entre os doramas que os membros do Arashi protagonizavam: se um dos membros fazia uma participação especial, o dorama seguinte será com ele. (No caso de Freeter…, o dorama seguinte foi protagonizado por Aiba-chan – “Bartender”)

    Beijao!!! ^^

  3. Claudinhaaaaaaaaaaaaaaaa! Também penso assim. Doramas, assim como livros e filmes, precisam mostrar o lado negro e triste da sociedade. Na verdade, acho que tem hora pra tudo. Tem dias que a gente precisa de algo mais levinho, um shoujão talvez, hahaha. Mas eu costumo me identificar mais com doramas REALISTAS. Ai, vamos partir nessa da tradução? É tão bom ver a galera assistindo sem a barreira do idioma. Gosto de ajudar, sabe? E aprendemos muito com isso também. Vamos falar sobre isso, querida. Um beijo e obrigada pela visita/comentário!! ❤

  4. Uiaaaaaaaaa, duas curiosidades que eu não sabia. Sasuga Kiyo-senpai ❤

    Doramas podem nos ajudar a superar nossos problemas também. Acredito que tenha sido bom pra mãe da sua amiga, assim como foi pra mim. Observar as escolhas dos outros abre nossa mente pra seguirmos nosso próprio caminho.

    KazuGame merece uma análise LINDONA! Quero ler a sua!!! ❤

    Grande beijo e obrigada pela visita! ^o^

  5. Estou devorando todas as postagens, a anterior sobre o dorama Mother, eu achei parecida com o Usagi Drop, pelo modo de alguém na qual a gente nunca pensou ser capaz de se doar a uma criança.
    Vamos nos falando sim, geralmente estou off no chat do face, mas pode me mandar uma mensagem que respondo ^^

  6. Vou ser sincera, os doramas com ritmos lentos e com o Nino no elenco não gostei muito não. Foram Yasashi Jikan (E a Nagasawa Masami, que já é uma PORTA normalmente, está ainda mais chata que o habitual hauahuauha Mano, que menina insuportável! hauahuuha), eu gostei bastante do cenário e da trilha sonora, mas o roteiro é lento demais hahahaha E o outro foi Haikei, Chichi ue-sama. Esse eu gostei mais do enredo, tinha mais personagens interessantes (a proprietária do restaurante é a coisa mais fofa deste mundo, principalmente num dos episódios que ela começa a fãgirlar sobre o Kimura estar traindo a esposa hauuahhuauhauhahu), mas também se o ritmo fosse um pouco mais acelerado eu não me importaria. E a personagem da Meisa é muito sem pé nem cabeça, não curti não hahaha.

    Mas eu sempre dou chances pra doramas com Johnnys, vou deixar esse anotado, eu gosto de doramas que abordem bullying, porque eu penso que é um tema que tem que ser tratado a exaustão pra ver se um dia essa merda acaba. Os melhores doramas que eu já vi e abordam isso é”Life” e “Naka Nai to Kimeta Hi”, já viu? Aqui a sinopse: http://wiki.d-addicts.com/LIFE e http://wiki.d-addicts.com/Naka_nai_to_Kimeta_Hi

    Eu fiquei curiosa por ser um bullying fora da escola/trabalho em “Freeter, ie wo kau”.

    Agora, sobre o beijo, e é você quem vai me achar louca agora, mas… Apesar de achar que beijos de tirar o fôlego são necessários em alguns momentos, eu não acho tão ruim esses selinhos xD. Porque me dão a impressão de que eles valorizam tudo, até o simples toque nos lábios da pessoa que se ama já é algo “uau!” pra eles e eu acho isso tãooooo bonitinho hahahaha. Mas claro que eu não vou reclamar quando eles jogam a mocinha no chão e dão aqueles beijaços (Yamapi e Kimura feelings hahahaha).

    Kazoku Game, o Léo tinha comentado que é um dorama que vai mudar minha visão sobre o Sho hahahaha Mas eu já tenho uma boa opinião dele como ator. Eu fiquei bastante interessada com esta história, vou ver se começo a assistir!

    o/

  7. AAAAAALTOS truques de câmera pro Nino ficar mais alto que a Karina naquela cena de beijo, hahaha 😄 Queria que tivesse making of disso mostrando o banquinho no qual ele teve que subir 😛

    Super toparia traduzir pro Português, mas falta tempo e saco e cara-de-pau pra pedir pro pessoal que legendou em inglês uma autorização pra usar o timing das legendas, porque fazer timing é um saco 😄

    Mas enfim, Freeter é lindo! Eu adorei esse drama e acompanhei na época que estava saindo. E yay, você mencionou o Maru-chan no post ❤ Não lembro da história nos mínimos detalhes, mas lembro que o lance da depressão da mãe do Nino é forte mesmo, eita vizinhas do mal! D: E gostei muito da personagem da Karina. Mulher que corre atrás de seus objetivos no matter what. É interessante que ela faz a pose de durona mas na verdade ela também tem suas inseguranças, e é aí que a amizade dela com o Nino começa a se aprofundar.

    Outra coisa que gostei é o jeito que eles abordam o trabalho em si. O Nino super desacreditado e a Karina ficando brava com ele porque ele tem que encarar tudo com seriedade, mesmo sendo um trabalho temporário, porque todas as experiências são válidas. Tem um episódio que eles acabam de construir uma estrada e aí mencionam algo do tipo "Nossa, tantas pessoas vão usar isso que construímos", e é aí que o Nino se toca que mesmo fazendo uma pequena parte ele foi essencial pra tudo aquilo acontecer. Eu fiquei particularmente tocada com isso por causa da área na qual eu trabalho 😄

    Lindo post! Não posso acreditar que ainda não tinha comentado aqui. Preciso fazer um blog em Português também, faz TANTO tempo que só posto em Inglês que acho que não sei mais escrever na minha própria língua, lol. ♥

  8. Yaaaaaaaaaaaaaaaaaaay, Tati querida por aqui. Ótimos pontos, viu? Os diálogos de Freeter foram bem construídos e marcantes. E eu ri da história do banquinho, hahaha. Confesso que pensei a mesma coisa quando assisti, UIHUSAHUASHAISHAHSASUHUHUA!

    A tradução seria uma boa, né? Podemos pensar em algo assim. Aproximar mais gente do mundo dos doramas!!!

    Outra coisa, você continua escrevendo bem em português, tá? AUHAAUHAHUAUHHAUUAH

    Volte mais vezes ❤

  9. Eba, dicas de doramas \o/ Life ainda preciso assistir e “Naka Nai to Kimeta Hi” nem estava na minha lista. Agora está!! O bullying não escolar chama a atenção, porque foge do ambiente comum. É bem interessante. Aliás, a evolução da depressão da personagem foi bem trabalhada.

    Sobre o beijo, então, o que eu realmente não gosto é ver beijos de olhos abertos. Não dá. São horríveis. Falsos. DELSUCEL, não rola! HAHAHAHAA. Os selinhos até perdoou, mas, Kitty, você fica o dorama inteiro esperando por um beijo e vê isso? É meio brochante, sei-lá. Concordo que todo beijo é especial quando amamos alguém, mas essa ingenuidade dos doramas japoneses é um pouco cansativa e infantil. Quando os personagens são adolescentes eu compreendo e tal, mas ADULTOS? NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO. De jeito nenhum, hahaha. Parece forçado, como se eles nem quisessem se beijar, sabe? 😄

    KazuGame é divertido e também aborda o bullying (escolar). Fiquei com uma impressão negativa do Sho depois que assistir Yamada Tarou Monogatari e esse dorama conseguiu todos os vestígios dela, hahaha. É realmente bom. Quando puder, assista!

    Grande beijo e obrigada pela visita/comentário construtivo ❤

  10. NakaNai me surpreendeu, eu achei que seria chatinho, mas tem um elenco bom, e a história foi envolvendo cada vez mais!

    Ah é, beijar de olho aberto é mancada hahahaha Mas às vezes rola um feitiche de admirar a pessoa quando ela tá se entregando, vai saber! haahahaha Então, é porque preserva esse sentimento ingênuo que eu acho tão bonitinho! ❤

    Agora fiquei surpresa, sério que você não curtiu o Sho em Yamada Tarou, foi o primeiro dorama que eu vi com ele e já curti, mas gostei muito mais em Naozotoki dinner ato de (até pq é com a Keiko e eles ficaram muito bem juntos!)

  11. O personagem do Sho em Yamada Tarou Monogatari é meio ‘meh’ demais, hahahaha. Não tem muita expressão. Achei panguo 😄 mas o dorama é bom.

    Ainda não vi Naozotoki, mas tá na lista infinita 😄

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